quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Elias


Um dia,
Livrar-se-á deles!

Assim como de todos os males
Lançando-se leve, livre a rir-se
Sobre o desconhecido

A alma febril ansiosa agita-se diante do novo!

Antes, jamais errante
Pois sabe seguindo em frente
- logo mais ali adiante -
A áurea iluminada 
Um estoiro radiante!

Que libertar-se-á da escravidão do corpo!
...do fardo

Com suas carnes lentas
Suas Chagas!
Suas Causas Infames!

3 comentários:

evandro mezadri disse...

Grande Rui, sempre ecoando seu grito poético com autoridade e qualidade. Abraço, sucesso e parabéns pelos serviços prestados à poesia.

Cristina disse...

E assim seja feita a vossa vontade...

Adorei!

Kisses.

Rene Serafim - "Juninho" disse...

...do fardo que, talvez, vire fado...