domingo, 14 de setembro de 2008

Dia 4.09 - Meu Iº dia na Iª BIP.

Detalhe da placa comemorativa da I BIP, na lateral da Biblioteca Nacional de Brasília.

...no dia 4 de setembro cheguei em Brasília para participar da I Bienal Internacional de Poesia (I BIP) – rica, de tão vasta programação! O intenso colorido de suas ramagens poéticas se espalhava por toda a cidade com numerosa e densa exposição de versos, matizes de todas as vozes e letras. Uma diversidade de odores exalava de suas “poemações” – todos os caminhos nos levavam a um encontro!

...todas as direções eram minhas, me fazendo flutuar em suas ruas retas, sob prédios suspensos por pilotis e árvores diversas, que sólidas, resistiam verdejantes ao tempo quente e seco cercadas de buquês de flores com as quais presenteei alguns amores que lá deixei para sempre os reencontrar.

...e logo na chegada encontrei o Ziraldo que ia participar da 27ª Feira do Livro de Brasília, que esse ano homenageava o poeta Thiago de Mello, amazonense, cidadão do mundo, também festejado pela I BIP.




Em seguida, ainda no aeroporto encontrei o Marcelo Sahea, candango ("cariocandango", veja o comentário), vivente das belezas que o cerrado nos derrama e que participava da Expo de Poesia Visual, no Museu Nacional do Conjunto Cultural da República; “um” das dezenas de locais onde acontecia “Poesia”.



...deixei as coisas em casa e me apressei por flanar, queria conhecer a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), recém inaugurada, serenamente assentada nas teorias arquitectónicas de Le Corbusier, conhecer os integrantes desse quarteto fantástico que movia montanhas para a realização histórica desse projeto I BIP (...e virão muitas), a Angélica Torres, Graça Pimentel, Liliane Bernardes e o meu querido Super-Herói Antônio Miranda. Prof. Antônio Miranda, Angélica Torres, RM e Graça Pimentel (parte do Quarteto Fantástico)


...e nessa maratona de rever Brasília, estacionei meu livro "MEIOHOMEM" na Mini-Feira do Livro de Poesia, no terceiro andar da Biblioteca Nacional.


...em seguida vaguei pela cidade "de Grande Circular", ansioso por me reconhecer na textura de seus numerosos ofícios e, à noite, participei das Sessões Magnas que aconteceram no Auditório do Museu da República.

...rampa de acesso ao Museu Nacional do Conjunto Cultural da República

Um comentário:

marcelo sahea disse...

Grande Rui. Pena que não conseguimos nos esbarrar novamente por lá, não é? Um abração! (Olha, eu nao sou candango não, sou carioca, mas amo Brasília)